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CULTURA

Embora seja imensa a riqueza cultural de Congonhas, é da mesma proporção as dificuldades que nossa cidade enfrenta. Em nosso país a cultura nunca é prioridade, sempre fica em 3° ou 4° plano. Quando o lógico seria educar, esclarecer e conscientizar a população para que ela possa ajudar a solucionar questões políticas, econômicas e sociais, sempre buscam o caminho inverso. E sempre que há contenção de despesas a cultura é a primeira a ser sacrificada. Precisamos buscar opções para nos desvencilhar um pouco da máquina administrativa. Uma alternativa seria contar com a sensibilidade dos comerciantes e das empresas mineradoras para o aprimoramento dos profissionais e pela continuidade de trabalhos desenvolvidos.


É incrível como que numa cidade elevada em nível de Patrimônio Cultural da Humanidade desconheçam sua própria história. É preciso resgatá-la.

Patrícia Vidal - Atriz

Literatura Cinema Música Dança Semana Santa Artesanato Teatro
LITERATURA

Tivemos artistas de renome nacional como: Djalma Andrade (escritor e jornalista) e Dom Silvério (Presidente da Academia Mineira de Letras). Destacamos entre outros: Vanda Lúcia de Freitas, Terezinha Moreira da Silva, Rosalvo Braga, Joaquim Cordeiro Filho e o saudoso Vicente Aladim.

Rosalvo BragaCapa do livro de Rosalvo BragaRosalvo Braga, já publicou 3 livros sobre a Jacuba, tradicional escola de samba de Congonhas. Compositor, escritor, e cidadão honorário de Congonhas. Lançou no dia 07/11/98, outra obra na cidade. Mais uma vez o tema é a Jacuba, tradicional escola de samba da cidade.
"Cachaça no Morro Encantado" conta com o ensaio fotográfico de Antonio Borges de Souza e "é um passeio pelos botecos da Jacuba, convivendo com alegre pessoal, oportunidade em que se rememora a presença da bebida em várias civilizações, com depoimentos de altas personalidades do mundo artístico.

A Biblioteca Pública criada por incentivo de Paulo Osório, após a extinção da Fundação Dom Silvério com os acervos do Seminário Redentorista, Fundação Clóvis Salgado e Pacífico Homem, teve sua sede na antiga casa do Zé Arigó e hoje funciona na Romaria.

Leia alguns textos de nossos poetas:

Poesias

CINEMA

A construção do prédio do Cine Leon foi iniciada pelo Padre Leonardo em 1964 e concluída pelo Padre Anselmo com ajuda da população. Era administrado pelos padres Redentoristas, depois por particulares. Há muitos anos sem funcionar, foi recentemente restaurado, pela FUMCULT. Além de cinema, também atende a shows e teatro.

Atualmente mais uma produção está sendo rodada em Congonhas.

Dia 23/09/98, foi lançado em Congonhas o filme "O CIRCO DAS QUALIDADES HUMANAS", produzido pela FAM Cine Vídeo.

DANÇA

Victória Parcus
(Tia Vick)
, é um dos nomes mais importantes no nosso contexto cultural. Fundadora da 1ª Escola de Ballet Clássico de onde saíram professoras de dança da cidade: Grace Kelly Souza, Andréia Barbosa, Adelina Bartolomeu, Bárbara Santos e Suzerly Soares Vital. Em sua escola atuou também o porfessor Paulo Fernandes.

Escola de Danças Bárbara Santos, trabalha com o método inglês do Royal Academy of  Dancing. Atende a ballet, jazz, ginástica e dança de salão.

Gênesis Academia, dirigida por Adirson e Regina. Oferecem aulas de ginástica, aeróbica, jazz, ballet, danças de salão e flamenca. Essas escolas promovem anualmente os festivais de dança. Ainda hoje atuam vários grupos folclóricos de Congado, Folia de Reis e Capoeira. Em 1996 a Sr. Nalli Fernandes, Sra. Maria Januária e o Grupo de Teatro Dez Prá’s Oito, encenaram a Tradição das “Pastorinhas” com os moradores do Bairro Alvorada e Rosário.

SEMANA SANTA

As encenações bíblicas foram iniciadas pelos Padres Redentoristas. Tradicionalmente os cidadãos se vestem como figuras bíblicas representando  o Antigo Testamento, História de Moisés, Doze profetas, Novo Testamento, Paixão de Cristo, Doze apóstolos. Muitos, até hoje, ainda participam da encenação como pagamento de promessas feitas ao Bom Jesus.

Congonhas recebe um incontável número de fiéis para acompanhar a encenação. Durante a procissão vários fiéis sobem descalço pelas pedras do morro que leva à Basílica.

Antigamente a encenação era dirigida por José do Patrocínio e Wenceslau Coimbra. O figurino ficava a cargo de Victória Parcus, Ana Vargas, D. Mimi Siqueira, Efigênia Paulino. A encenação foi dirigida durante muito tempo por José Felix Junqueira (Zezeca) e pelos professores da Escola Municipal de Teatro. Em 1998 a encenação foi responsabilidade de Múcio Correa e Ana Cardoso.

Veja a programação oficial da Semana Santa 2000 em Congonhas

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